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BELO HORIZONTE, MG

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Foto: Mostra Curió | Show musical do livro Família Bicho por Juliano Borges

Com uma programação que busca dar visibilidade às poéticas e temas que, muitas vezes, são vistos como tabus nas artes dedicadas às infâncias, a 1ª edição da “Mostra Curió Arte e Infâncias” será realizada entre os dias 18 e 26 de junho, com diversas ações formativas e reflexivas. Oficinas, seminários, palestras e apresentações de trabalhos artísticos com mediações em artes visuais, circo, dança, literatura, música e teatro estarão na programação do evento, que será gratuita. 

A Mostra Curió é realizada pela Insensata Cia de Teatro, também idealizadora do Festival de Arte entre Infâncias (Fenapi), que há 13 anos promove e pesquisa ações artísticas de valorização e diversidade das infâncias. A iniciativa é viabilizada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, em parceria cultural com o Memorial Minas Vale, com apoio do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ) e do LECA – Laboratório de Experimentação e Criação em Artes Cênicas da UFMG.

Com projetos do Amazonas, Ceará, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, além de Minas Gerais, a Mostra Curió irá trazer atividades artísticas e pedagógicas que pretendem promover diálogos sobre as desigualdades sociais, a homofobia, o racismo, o machismo, o apagamento da memória, os genocídios étnicos, a segregação urbana e a identidade de gênero. Os trabalhos serão apresentados pelos mineiros da Insensata Cia de Teatro (BH/MG), Grupo Movência (BH/MG), Cia Pé de Moleque (BH/MG), Evandro Passos (BH/MG), Rikelle Ribeiro, Juliene Lellis e Felipe Oliveira (BH/MG), Coletivo Flor de Pequi (Taiobeiras/MG) e Alomorfia Produções (Poços de Caldas/MG), Curumas Breaking (Santa Luzia/MG), e por representantes de outros estados: Centro Teatral e Etc e Tal (Rio de Janeiro/RJ), Cia Trilhares (Manaus/AM), Grupo Baquetá (Curitiba/PR), Josias Marinho Casadecaba (Boa Vista/RR), Daiane Baumgartner (Rio Claro/SP), e Edvaldo Batista (Fortaleza/CE).

De acordo com Keu Freire, idealizador e coordenador da Mostra, a programação é heterogênea, híbrida e diversificada, e visa aproximar as artes para as infâncias de temáticas e questões urgentes no Brasil de hoje. “A curadoria do evento buscou construir uma programação representativa no que diz respeito às linguagens, temas e territórios geográficos em consonância com o principal objetivo da Mostra, que é construir uma programação com as infâncias no plural, assim como elas são: diversas. As artes para as infâncias ainda permanecem em sua grande maioria, presas aos excessos de didatismo, moralismo e ou do mercadológico. Deste modo, é de suma importância fomentar e consolidar uma ação que irá promover a reflexão, formação, circulação e o encontro das mais variadas práticas artísticas dedicadas às crianças”, explica Keu Freire. 

Partindo da ideia de múltiplas infâncias, a Mostra Curió pretende pluralizar o conceito e as reflexões sobre a criança no mundo. A perspectiva adotada compreende tanto as infâncias quanto os sujeitos envolvidos no processo, encarando cada criança como única, desconstruindo, portanto, a ideia de uma única forma de se fazer arte para crianças. “O conceito de infâncias, além de ser o guia para a proposta curatorial da Mostra, pretende questionar paradigmas, temas tabus e abrir possibilidades estéticas no campo das artes feitas para e com as crianças. Desconstrói, ainda, a ideia de infância como um momento cronológico para compreendê-la como eixo fundante de todo indivíduo, independentemente de sua idade”, ressalta Brenda Campos, integrante da Insensata Cia e uma das curadoras da Mostra.

As ações da Mostra Curió vão ocupar diversos espaços da cidade, como o Parque Municipal, Memorial Minas Gerais Vale, o Centro Cultural Venda Nova, a UFMG, a Praça Santa Tereza, o Teatro da Cidade, Teatro Espanca, o Centro Cultural Zilah Spósito e o Parque Ecológico Alfredo Sabetta no Barreiro. A abertura será no dia 18/06, sábado, às 15h, no Memorial Vale, com a palestra “O adultocentrismo no mundo das artes”, ministrada por Dodi Leal. Ela parte do entendimento de que as crianças vivem um rebaixamento cognitivo e estético no campo das artes. Nos processos de arte-educação, por sua vez, se encontram nos mecanismos adultos de tutela da infância um conjunto de pressupostos de cronologia linear da vida. Neste contexto, Dodi Leal questiona: como curiar a arte para além do adultocentrismo? Travesti educadora, performer e pesquisadora em Artes Cênicas, Dodi Leal é doutora em psicologia social e professora do Centro de Formação em Artes e Comunicação (CFAC) da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Dentre as diversas outras ações e atrações da Mostra está o espetáculo “Enxergando o invisível”, da Cia Trilhares (Manaus/AM), estrelado pela amazonense Ananda Guimarães. A artista, que tem baixa visão, usa a palhaça Neneca como voz para falar sobre as vivências de pessoas com deficiência em seu solo de palhaçaria. O espetáculo será no dia no domingo, dia 19, no Memorial Vale (11h). “Enxergando o Invisível” é um vislumbre das várias temáticas e formatos que estão na programação da Mostra Curió. Um dos curadores da programação, o poeta Jomaka, destaca a diversidade presente no evento. “Durante o processo de curadoria, brincamos que essa é a edição da diversidade. Nossa opção foi fazer da Mostra um lugar mais diverso possível. Temos PCD, indígenas, LGBTQI+, negros, culturas populares. Também trouxemos vários territórios do país com trabalhos de diferentes lugares. A diversidade também está nas manifestações artísticas com música, oficinas, teatro, literatura e artes visuais. Nesse processo, demos importância a representatividade, ao lugar de fala e de pertencimento, para que as pessoas se sintam acolhidas pela mostra”, conta Jomaka.

No dia 23 (quinta-feira), a Insensata Cia. de Teatro realiza o Seminário Arte Entre Infâncias, que irá pautar pesquisas sobres as artes entre as infâncias. A ação acontecerá na Sala Paula Lima (UFMG), às 14h e contará com a mediação do artista e pesquisador Cleito Echeveste – Presidente do CBTIJ – Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude.

A Insensata Cia. de Teatro encerra a programação no dia 26, no Teatro da Cidade (17h), com o espetáculo “Pru-ti-ti – Memórias de Estimação”, inspirado em “O Menino e o Pinto do Menino”, obra de Wander Piroli, que conta a história de Cau, um garoto que troca latas e panelas velhas por um pintinho e transgride muitas regras para conseguir ter o bichinho como seu. A dramaturgia costura, ainda, as memórias sobre os afetos, as alegrias e dores dos atores/diretores Brenda Campos, Claudio Marcio, Dário Marques e Keu Freire, que narram, comentam, descrevem e re-apresentam as lembranças sobre seus animais. 

A Mostra Curió traz, também, a oficina “Dança Afro – Combatendo o Racismo”, com Evandro Passos (BH/MG), na Praça Santa Tereza; Espetáculo Draguinho Diferente de Todos Parecido com Ninguém (Rio de Janeiro) no Teatro Espanca; show musical “O Colecionador de Memórias”, do Coletivo Flor de Pequi  (Taiobeiras/MG), no Parque Ecológico Alfredo Sabetta, no Barreiro; “Mostra de Contação de Histórias e Animação”, do Grupo Movência (BH/MG), no Centro Cultural Zilah Sposito; exposição do livro “Benedito” (Boa Vista/PR), no Parque Municipal; “show musical do Livro Família Bicho”, da Alomorfia Produções (Poços de Caldas/MG), no Centro Cultural Zilah Spósito; espetáculo “Bamberê”, do Grupo Baquetá (Curitiba/PR), no Memorial Vale; oficina “TopRock Identidade”, do Curumas Breaking (Santa Luiza/MG), no Centro Cultural Venda Nova; palestra “Grafia – Desenho de um ensino pluriversal de teatro”, ministrada por Rikelle Ribeiro, Juliene Lellis e Felipe Oliveira (BH/MG), no Auditório Álvaro Apocalipse – UFMG); espetáculo “Canto de Neném”, da Cia Pé de Moleque (BH/MG), no Centro Cultural Venda Nova); oficina “O Fantástico Mundo do Teatro de Sombras”, ministrada por Daiane  Baumgartner (Rio Claro/SP), no Memorial Vale; e contação de histórias “Quantas Cores tem o Amor”, de Edvaldo Batista (Fortaleza/CE), no Memorial Vale. E a ação itinerante/oficina, “Vivência Varal de Infâncias – Insensata Cia de Teatro”, irá circular pelos locais que vão receber a Mostra como um espaço de compartilhamento de jogos, brincadeiras e desenhos que irão compor um grande varal de infâncias.

Para participar das oficinas é necessário inscrição prévia pelo link disponível nas redes sociais da Insensata Cia. de Teatro e da Mostra Curió (@insensatacia e @mostracurio). A retirada de ingressos para a programação no Parque Municipal, Centro Cultural Venda Nova, UFMG, Praça Santa Tereza, Teatro Espanca, Centro Cultural Zilah Spósito e Parque Ecológico Alfredo Sabetta do Barreiro, também será on-line por meio das redes sociais (@insensatacia e @mostracurio) e nos locais uma hora antes do início as atividades (sujeito à lotação do espaço). A participação nas ações realizadas no Memorial Minas Gerais Vale serão mediante retirada de ingressos no local uma hora antes do início dos eventos (limitado a um par de ingressos por pessoa e sujeito à lotação do espaço). 

SERVIÇO:
Insensata Cia de Teatro
Mostra Curió Arte e Infâncias 

18 a 26 de junho
Programação gratuita

INGRESSOS:
Oficinas: inscrição prévia pelo link disponível nas redes da Insensata Cia. de Teatro e da Mostra Curió 
(@insensatacia e @mostracurio). 

PROGRAMAÇÃO 

18/06 – SÁBADO
Teatro para as Infâncias – Parte 1 – Vivência Varal de infâncias (Insensata Cia de Teatro)
Horário: 14h
Local: Dentro do Memorial Vale ou Na Praça da Liberdade
Espaço de compartilhamento de jogos, brincadeiras e desenhos de infâncias que irão compor um grande varal de infâncias. Aquecimento para a palestra.

Palestra – O Adultocentrismo no Mundo das Artes (Dodi Leal)
Horário: 15h
Local: Memorial Vale
Crianças vivem um rebaixamento cognitivo e estético no campo das artes. Nos processos de arte-educação, por sua vez, encontramos nos mecanismos adultos de tutela da infância um conjunto de pressupostos de cronologia linear da vida. Neste contexto, como curiar a arte para além do adultocentrismo?


Oficina Dança Afro – Combatendo o Racismo (Evandro Passos)
Horário: 18h
Local: Praça Santa Tereza 
A proposta tem como objetivo trazer aos participantes movimentos da dança afro. Reforçando a herança no corpo brasileiro. O racismo arraigado na sociedade brasileira faz com que neguem tal herança.

19/06 – DOMINGO
Teatro para as Infâncias – Parte 2 – Vivência Varal de Infâncias – (Insensata Cia de Teatro)
Horário: 10h
Local: Dentro do Memorial ou na Praça da Liberdade
Espaço de compartilhamento de jogos, brincadeiras e desenhos de infâncias que irão compor um grande varal de infâncias. Aquecimento para o espetáculo. 

Espetáculo Enxergando o Invisível (Cia Trilhares)
Horário: 11h
Local: Memorial Vale
“Enxergando o Invisível” traz a personagem Neneca de Beauvoir, interpretada por Ananda Guimarães, que precisa resolver uma missão muito importante. Com ajuda de um dispositivo universal, ela embarca em aventuras que só quem enxerga além do que os olhos podem ver conseguem resolver. Contemplado no SESC RESIDENCIA, o solo propõe estimular a reflexão para a emancipação de PCDS existindo e sendo reconhecidos por serem o que são, sem um olhar de pena ou medo. O público não PCD pode optar em usar um óculos de proteção personalizado para embarcar em uma experiência sensorial do espetáculo. 

20/06 – SEGUNDA-FEIRA
Show musical do Livro Família Bicho (Alomorfia Produções)
Horário: 10h
Local: Centro Cultural Zilah Spósito
Girafa, peixe, borboleta e muitos outros animais surgem nas páginas com versos que demonstram suas belezas e particularidades. A idealização é da atriz e professora de teatro Luciana Rossi, junto do marido Marcos Bombardelli, que é músico e professor. Eles transformaram em arte a experiência cuidando dos filhos Alice e Ian. A obra ainda inclui materiais produzidos para os alunos do casal. O diferencial desse trabalho é a junção da literatura e música, afinal o livro possui textos e canções que apresentam diversos animais e suas diferenças. O show contará com a narração dos versos e as músicas serão tocadas ao vivo, com projeção das páginas do livro e clipe das músicas. A narração será de Luciana Rossi, as músicas cantadas serão com Marcos Bombardelli e Alice Rossi (filha do casal).

Show musical O Colecionador De Memórias (Coletivo Flor De Pequi)
Horário: 14h
Local: Parque Ecológico Alfredo Sabetta – Barreiro
O Colecionador de Memórias é um espetáculo teatral que revive algumas histórias do último poeta vivo no Brasil. Contos que trazem de forma lúdica temas como meio ambiente, LGBTfobia, cultura popular e o apagamento histórico das nossas tradições e literatura.

21/06 – TERÇA-FEIRA
Teatro para as infâncias – Parte 3 – Vivência Varal de Infâncias (Insensata Cia de Teatro)
Horário: 9h
Local: Centro Cultural Zilah Sposito
Espaço de compartilhamento de jogos, brincadeiras e desenhos de infâncias que irão compor um grande varal de infâncias. Aquecimento para o espetáculo 


Mostra De Contação De Histórias E Animação (Grupo Movência)
Horário: 10h
Local: Centro Cultural Zilah Sposito

O Grupo Movência trabalha com a contação de histórias a partir da tradição oral, das poéticas da voz e da performance, atrelado a novas tecnologias. Em 2020, o Grupo começou a experimentar a linguagem audiovisual, resultando em 3 curtas experimentais de animação: História da Crise, História da Fruta e História do Bicho Folharal.

Contação de histórias Quantas Cores tem o Amor (Edvaldo Batista)
Horário: 14h
Local: Memorial Minas Vale
O amor pode ter muitas formas, muitos jeitos e muitas cores; tantas cores   como o arco-íris que celebra a diversidade do amor. Nessa Contação de Histórias o ator e contador de Histórias Edivaldo Batista reconta uma lenda de Tradição oral de Gana, África, onde narra o amor de uma princesa pela deusa Chuva e de como o amor entre as Duas colori o mundo.

22/06 – QUARTA-FEIRA

Espetáculo Bamberê (Grupo Baquetá)
Horário: 14h
Local: Memorial Vale
Bamberê é um espetáculo musical infantil interativo, realizado pelo paranaense Grupo Baquetá. O show apresenta diferentes formas de brincar. É uma montagem para todas as idades e considera a infância como fase de construção de identidades e saberes para toda a família. Para falar sobre esse tema, o grupo criou um repertório autoral em ritmos afro-brasileiros urbanos, como o rap e o funk com grande parte dos instrumentos sendo feita com material alternativo. Esse gancho de sustentabilidade também está presente no espetáculo.

23/06 – QUINTA-FEIRA

Oficina Toprock Identidade (Curumas Breaking)
Horário: 10h
Local: Centro Cultural Venda Nova
O Toprock É A Primeira Forma De Expressão Do Breaking Dentro Da Cultura Hip-Hop. Desenvolve Senso De Espaço, Direção, Coordenação Motora, Além De Trazer Aut- Conhecimento, Representatividade E Protagonismo.

Seminário Arte Entre Infâncias (Insensata Cia. de Teatro)

Horário: 14h
Comunicados das pesquisas:

  • Danses Sur Papier – Danças sobre papel, ou uma experiência coletiva do tempo / Carol Vilela (BH/MG)
  • Memória de um contar e de um ouvir: a narrativa oral dos mais velhos do Quilombo Água Preta de Cima / MG / Lívia Ferreira (Teófilo Otoni / MG)
  • Cara de que: Dança, Infância e Mascarados / Sara Brito (BH/MG)
  • Espaço do Brincar: experimentos cênicos com crianças em Primavera do Leste MT / Edilene Rodrigues (Primavera do Leste / Mato Grosso)

Mediação: Cleiton Echeveste – Presidente do CBTIJ – Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude
Local: Sala Paula Lima – UFMG

24/06 – SEXTA-FEIRA

Canto De Neném (Cia Pé De Moleque)
Horário: 09h30
Local: Centro Cultural Venda Nova
Canto de Neném é um espetáculo cênico-musical construído a partir da pesquisa teórica e de repertório de acalantos brasileiros e de outras culturas. No aconchego do colo, embalado por melodias e movimentos, os bebês adentram à instância da linguagem, que instaura humanidade e afeto. Em cena, Juliana e Isaac cantam a despedida do dia e a chegada da noite com a cantiga Mai Fali E, do Timor Leste, passam pelas paisagens do campo de mães trabalhadoras com Duerme Negrito (Cantiga da fronteira entre Venezuela e Colômbia), entoam as estrelas com Twinkle, Twinkle, Little Star (Inglaterra), perpassam pelos personagens que habitam acalantos do Brasil, como o Boi, o Pavão e tantos outros.  Delicadeza e ludicidade marcam os arranjos especialmente feitos para esse espetáculo, que conta com a participação do violonista P.C Guimarães e da percussionista Natália Mitre.

Palestra Grafia – Desenho De Um Ensino Pluriversal De Teatro (Rikelle Ribeiro, Juliene Lellis e Felipe Oliveira)
Horário: 11h
Local: Auditório Álvaro Apocalipse – UFMG
Esta palestra é composta pela fala de três docentes pesquisadores negros, que em suas falam abordam a temáticas das infâncias nos processos criativos e de aprendizagem, considerando a implementação da lei 10,639; a importância de propor a sala de aula como comunidade de aprendizagem para compreender e efetivar o protagonismo daqueles que estão ali presentes e a relevância da escrevivencia nós processos criativos para crianças. 

25/06 – SÁBADO

Oficina O Fantástico Mundo Do Teatro De Sombras (Daiane Baumgartner)
Horário: 10h
Local: Memorial Vale
O presente projeto visa introduzir seus participantes no fantástico mundo do teatro de animação através de uma de suas linguagens: o teatro de sombras. Na oficina serão abordados e trabalhados conceitos teóricos e práticos como apresentação de tipos de iluminação, telas, e construção de bonecos (silhuetas) buscando propiciar aos participantes exercícios práticos de criação, produção e manipulação no Teatro de Sombras.

Teatro Para As Infâncias – Parte 4 – Vivência Varal De Infâncias (Insensata Cia De Teatro)

Horário: 15h.
Local: Parque Municipal
Espaço De Compartilhamento De Jogos, Brincadeiras E Desenhos De Infâncias Que Irão Compor Um Grande Varal De Infâncias. Aquecimento Para O Espetáculo

Exposição Benedito (Josias Marinho)
Horário: 16h
Local: Parque Municipal
Exposição das pranchas originais e da publicação Benedito. Benedito é um livro de literatura infantojuvenil afro-brasileira que conta, somente com imagens, uma história do Congado Moçambique. 

26/06 – DOMINGO
Espetáculo Draguinho Diferente de Todos Parecido com Ninguém (Centro Teatral e Etc e Tal)
Horário: 11h
Local: Teatro Espanca
A longínqua cidade de Dragz é o cenário desse divertido espetáculo que conta a história de Draguinho. Um jovem dragão que descobre não ser capaz de soltar fogo pela boca ou pelo nariz. Cabe ao esmero e precisão técnica do ator e mímico Marcio Moura o inusitado desafio de se desdobrar, sozinho, em mais de 20 personagens, levando o público a se emocionar e gargalhar com os tipos que vão aparecendo no caminho do protagonista. E claro, se encantar e a se questionar sobre onde está a beleza do mundo.

Espetáculo Pru-ti-ti – Memórias de Estimação (Insensata Cia. de Teatro)
Horário: 17h
Local: Teatro da Cidade
Inspirado em “O Menino e o Pinto do Menino”, obra de Wander Piroli, que conta a história de Cau, um garoto que troca latas e panelas velhas por um pintinho e transgride muitas regras para conseguir ter o bichinho como seu. A dramaturgia costura, ainda, as memórias sobre os afetos, as alegrias e dores dos atores/diretores Brenda Campos, Claudio Marcio, Dário Marques e Keu Freire, que narram, comentam, descrevem e re-apresentam as lembranças sobre seus animais. 

PROGRAMAÇÃO MEMORIAL MINAS VALE

Exposição “Arte na Maternidade”  
Local: Memorial Vale 
Visitação: terça, quarta, sexta e sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h. Quinta, das 10h às 21h30, com permanência até as 22h. Domingo, das 10h às 15h30, com permanência até as 16h

A exposição “Arte na Maternidade” conta com obras de três artistas visuais, mães, e de suas respectivas filhas – Luciana Brandão e Teresa, Iaci Carneiro e Cora, Lorena Barros e Flora, e resulta de uma residência artística vivida por elas, durante três meses da pandemia. Nesse período, entre agosto e outubro de 2021, foram produzidas dez obras de cada artista e cinco de cada artista filha, totalizando 45 obras, que ocupam as galerias do Memorial Vale, desde o dia 14 de maio, até o dia 3 de julho. A exposição integra o Movimento Arte na Maternidade (MAM) que surgiu a partir de questionamentos artísticos, socioeconômicos e políticos sobre o exercício da maternidade no campo artístico. A curadoria é de Flaviana Lasan.

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