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BELO HORIZONTE, MG

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Foto:  Bárbara Eliza / quasecia de teatro

Ei, gente! Hoje eu venho fazer um convite: bora fortalecer a cena teatral da nossa Beagá?

Minas Gerais é berço de muitos grupos de teatro, e eu listei alguns aqui da capital pra indicar pra vocês.

Durante a pandemia, muitos desses grupos ativaram ainda mais suas redes, extrapolando os limites do teatro presencial trazendo manifestações teatrais também para as telas. Tem muito trabalho legal disponível online, e por esses canais vocês também ficam sabendo da programação de cada um!

Apaixonem-se:

15 grupos de teatro de BH

Grupo Galpão
O Grupo Galpão é uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, cuja origem está ligada à tradição do teatro popular e de rua. Criado em 1982, o grupo desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa, busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público. Formado por 12 atores que trabalham com diferentes diretores convidados, como Fernando Linares, Paulinho Polika, Eid Ribeiro, Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Paulo de Moraes, Yara de Novaes, Jurij Alschitz e Marcio Abreu, além dos próprios integrantes. 

Instagram @grupogalpao | Facebook grupogalpao | grupogalpao.com.br

Grupo Oficcina Multimédia
O Grupo Oficcina Multimédia pertence à Fundação de Educação Artística desde 1977 quando foi criado pelo compositor Rufo Herrera no Curso de Arte Integrada do XI Festival de Inverno da UFMG. Desde 1983, sob a direção de Ione de Medeiros, o Grupo mantém um permanente trabalho de corpo, voz, rítmica corporal e pesquisa de material cênico, no processo de elaboração de seus espetáculos.

Instagram @oficcinamultimedia | Facebook oficcinamultimedia | oficcinamultimedia.com.br

Grupo Armatrux
O Grupo de Teatro Armatrux, que nasceu em 1991, destaca-se pela construção de uma estética que alinha o trabalho físico, a manipulação de objetos e bonecos, a construção de imagens e os recursos circenses. Através de várias parcerias artísticas, o Grupo desenvolveu uma linguagem própria, aberta à diversas possibilidades de encenação.

Instagram @grupoarmatrux | Facebook armatrux.grupodeteatro 

Giramundo
Nascido de uma tríade de artistas – Álvaro Apocalypse (1937-2003) , Terezinha Veloso (1936-2003) e Maria do Carmo Vivacqua Martins (1945)- em 1970, o Giramundo tem meio século de atuação e é um dos teatros de bonecos mais antigos do Brasil. A história do grupo é marcada por pesquisa, experimentação e reinvenção, com o boneco e o movimento como raisons d’être.

Instagram @giramundogrupo / Facebook grupogiramundo | giramundo.org

Grupo Maria Cutia
Criado em 2006, na cidade de Belo Horizonte, o Grupo Maria Cutia dedica-se principalmente à pesquisa do teatro de rua. Com um intenso diálogo com a música, todos os espetáculos da cia tem trilha sonora executada ao vivo, cultivando uma pesquisa própria denominada música-em-cena.

O Maria Cutia busca espalhar teatro por praças e palcos, capitais e sertões, movido pela cumplicidade com o público e por uma poética popular, lúdica e musical. Tem como principais matrizes de investigação cênica a linguagem do palhaço, da máscara expressiva e das tradições brincantes brasileiras. Os espetáculos do grupo são marcados por um forte e sincero diálogo com o público.

Instagram @grupomariacutiadeteatro | Facebook grupomariacutiadeteatro | mariacutia.com.br

Cia. Luna Lunera
Conhecida na cena nacional por sucessos como “Aqueles Dois” (2007) e “Prazer” (2012), a Cia. Luna Lunera comemora em 2021 duas décadas. De lá para cá, são oito espetáculos, turnês e circuitos internacionais, além de intensa dedicação à investigação de linguagens, com compartilhamento de processos criativos e formação de novas gerações de artistas, em seu Espaço Lunar.

Instagram @cialunalunera | Facebook cia.lunalunera 

Cia. Pierrot Lunar
A Companhia Pierrot Lunar tem em sua gênese o pensar e experimentar a interpretação coletivamente, reunindo talentos, pessoas, ideias, inspirações e pulsões criativas em direção a algo maior, resultado do poder agregador e transformador do teatro. Nasceu assim, em dezembro de 1993, tendo seu nome se inspirado na peça musical dodecafônica de Arnold Schoenberg, Pierrot Lunaire, e ciclo de poemas de Albert Giraud, que compunham exercícios de preparação para os primeiros espetáculos.

Instagram @ciapierrotlunar | Facebook ciapierrotlunar | pierrotlunar.com.br

Quatroloscinco – Teatro do Comum
O Quatroloscinco – Teatro do Comum mantém trabalho continuado de pesquisa e prática artística pautado na criação coletiva e na dramaturgia autoral contemporânea. Busca uma cena focada na atuação como presença e nas formas de relação com o espectador.

Instagram @quatroloscinco | Facebook quatroloscinco  | quatroloscinco.com

Espanca! 
No dia 17 de setembro de 2004 uma pequena cena pariu o grupo Espanca!. Nos últimos 14 anos, a companhia criou 8 peças de teatro, um conjunto de obras que revela sua pesquisa sobre a encenação de dramaturgias contemporâneas, propondo discussões sobre os códigos do fenômeno teatral e a escrita do que chamamos de “poética da violência”. Há 8 anos, o grupo ainda mantém um espaço cultural no hipercentro de Belo Horizonte, aberto a propostas artísticas de diversas linguagens.

Instagram @teatroespanca | Facebook espanca | espanca.com

TODA DESEO 
Companhia de teatro formada por artistas mineirxs. Criada em 2013, a Toda Deseo tem como pesquisa temas relacionados às questões LGBTIA+.

Instagram @todadeseo / Facebook todadeseo

Coletivo Zap18
A ZONA DE ARTE DA PERIFERIA – ZAP 18, além de um coletivo de artistas, é um espaço artístico e cultural que produz montagens teatrais e se dedica à formação de atores e educação de jovens através da arte. A associação é um desdobramento da Cia. Sonho & Drama, grupo que se tornou conhecido por produzir sua própria dramaturgia, inspirada em textos da literatura universal. O grupo desenvolve, desde 2002, o projeto ZAP TEATRO ESCOLA & AFINS, que oferece oficinas de iniciação teatral para crianças e adolescentes e de capacitação para atores da periferia, além de receber diversos artistas para mostras, debates e trocas.

Instagram @zap_dezoito | Facebook zap.dezoito 

Zula Cia. de Teatro 
Zula Cia. de Teatro foi criada em julho de 2010, em Belo Horizonte, a partir do desejo das atrizes Talita Braga e Andréia Quaresma de realizarem um trabalho autoral. O ponto de partida para o primeiro trabalho foi contar a história real de uma mulher. Para isso, o grupo começou a pesquisar o uso da realidade no teatro, chegando à uma nova linguagem teatral que aos poucos vem surgindo no Brasil, o Teatro Documentário.

Instagram @zula_teatro  | Facebook zulateatro | zulaciadeteatro.com.br

Alguns da novíssima geração:

quasecia de teatro*
*óbvio que eu não deixaria fora da lista a minha própria cia de teatro 😉 hehe

a quasecia, dos artistas Daniel Gama, Letícia Leiva, Matheus Carvalho e Rodrigo Liberato, criada em 2018, experimenta o campo do teatro, da performance, e do audiovisual em espaços diversos [inclusive online], enquanto cria e apresenta processos de criação do seu primeiro espetáculo: Território – criado em parceria com artistas como Bárbara Luz, Eduardo Moreira, Gui Augusto e Ludmilla Ramalho.   @quasecia

Instagram @quasecia | Facebook quasecia

Breve
A Breve Cia é um instante de experimentação, um encontro de artistas cênicos que se dedicam à arte teatral, pesquisando e deslocando o que é estabelecido como palco, onde o teatro faz-se necessário e urgente como lugar de expressão, encontro, reflexão, sensibilização, liberdade e fala. Composta por Anair Patrícia, Adriano Borges, Marcos Ribý e Renata Paz, a Cia em seu primeiro trabalho “E se todas se chamassem Carmem?” investiga a Dramaturgia Negra, o Teatro de Ocupação, o Épico Dramático, e denuncia em cena a anulação social de corpos negros femininos.

Instagram @brevecia | Facebook brevecia

Fanchecléticas

A Fanchecléticas Coletiva promove a arte sapatão em Belo Horizonte. São artistas que atuam no teatro, audiovisual, música e literatura valorizando a comunidade LGBTQIA+. 

Instagram @fanchecleticas | fanchecleticas.com

As informações sobre cada grupo foram retiradas das páginas dos mesmos. 😉

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@leticialeiva 

Agradecimento: Matheus Carvalho <3 

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